Blog Eread/NE Natal 2010

Blog do Encontro Regional dos Estudantes de Administração. O MAIOR encontro do Brasil!!!

EREAD Natal no Youtube 07/09/2009

Acabamos de criar o nosso canal no Youtube (http://www.youtube.com/EREADNatal) e, junto com ele, nosso primeiro vídeo de divulgação do EREAD Natal

Diretoria de Marketing

Comissão Organizadora do EREAD Nordeste – Natal 2010

 

Natal recebe Reunião Nacional da FENEAD 03/09/2009

Filed under: EREAD Natal 2010 — ereadnatal @ 18:17
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Reunião Nacional da Fenead em Natal

Reunião Nacional da Fenead em Natal

Nos dias 5 e 6 de setembro de 2009, será realizada a Primeira Reunião Nacional da FENEAD (Federação Nacional dos Estudantes de Administração) na cidade do Natal/RN. A cidade, que em abril de 2010 receberá a XIV edição do Encontro Regional dos Estudantes de Administração, sedia a reunião que tem como objetivo promover debates sobre diversos assuntos, como: homologação das Diretorias Estaduais, das Unidades Estratégicas, informes, prestação de contas, exposição e planejamento do Trote Cidadão, CONSAD, dentre outras atividades.

Para a Primeira Reunião Nacional da FENEAD, já confirmaram presença as seguintes Regionais: Piauí, Pernambuco, Ceará, Paraíba, Alagoas e São Paulo. Newton Pantozzi, Presidente da FENEAD Nacional, também estará presente.

No site da FENEAD, está disponível a Convocação <http://www.fenead.org.br>

 

Resultado da Promoção EREAD/NE Natal 2010 24/08/2009

Olá pessoal!!!

Com grande satisfação, trazemos os três primeiros contemplados da Promoção “eread/NE Natal 2010: É pra lá que eu vou!”. Conforme o regulamento da promoção, no dia 23 de agosto de 2009, foi feito o levantamento de todos os membros da comunidade que responderam ao tópico específico da promoção. Vale ressaltar, que os membros da COER que responderam ao tópico, não participarão da promoção.

Vamos aos sorteados!!!

Orkut

Suã: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?rl=mp&uid=1768501287160958610

Maisa RJ – PI: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=14813747182357198454

Sorteio da Promoção EREAD/NE Natal 2010

Segundo sorteio da Promoção EREAD/NE Natal 2010

 

 

 

 

 

 

 

Twitter

 

 

Devido o microblog estar fora do ar (nos nossos PC’s), ainda não foi possível a efetivação. Estamos no aguardo.

Parabéns para as sorteadas e continuem participando na nossa comunidade no Orkut e seguindo-nos no Twitter, que ainda temos mais 7 bolsas para sortear!!!

Regulamento da Promoção

Gengibre: http://www.gengibre.com.br/perfil/EREADNatal

Diretoria de Marketing

Comissão Organizadora do EREAD Nordeste – Natal 2010

Sorteio da Promoção EREAD/NE Natal 2010

Primeiro sorteio da Promoção EREAD/NE Natal 2010

 

Prêmio “As Empresas Mais Inovadoras do Brasil” 14/08/2009

Filed under: Eventos — ereadnatal @ 13:53
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II Congresso Regional de Empreendedorismo Universitário 08/08/2009

Filed under: Eventos — ereadnatal @ 10:03
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Estão abertas as inscrições para submissão de trabalhos para o II Congresso Regional de Empreendedorismo Universitário, que acontecerá em Crato/CE no período de 01 a 03 de outubro de 2009.

O período de submissões dos trabalhos completos será de 05 de agosto a 05 de setembro de 2009. Poderão ser submetidos à avaliação trabalhos de quaisquer áreas (Administração, Economia, Sistemas de Informação, Engenharias, Direito, Sociologia, Agronomia, dentre outras) desde que estejam relacionados à temática do Encontro, “Empreendedorismo: Tendências Contemporâneas”.
Mais informações: http://acerteconsultoria.cariri.ufc.br/

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A propósito dos jornalistas, os administradores 07/08/2009

Filed under: EREAD Natal 2010 — ereadnatal @ 9:18
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Decisão do STF, de não exigir diploma de graduação em jornalismo para o exercício da profissão, pode ter ação semelhante para o curso de Administração

Decisão do STF, de não exigir diploma de graduação em jornalismo para o exercício da profissão, pode ter ação semelhante para o curso de Administração. Seremos nós, Administradores, os próximos?

Por Pedro Lincoln C.L. de Mattos*
para o Acerto de Contas

Em 18 de junho, ao comentar decisão do STF de não exigir diploma de graduação em jornalismo para o exercício da profissão de jornalista, disse o presidente daquela corte, Min. Gilmar Mendes: “Nós vamos certamente ter outras discussões sobre liberdade de profissões”. E, citando seu colega Celso de Mello sobre uma direção para o debate, perguntou com ele: “Faz sentido que determinada profissão, por mais digna que seja, esteja regulamentada em lei, tenha essa organização corporativa?”. Vamos por, no horizonte de referência do ministro, os administradores.

Após seis anos de tramitação errádica no Congresso, o artigo terceiro da Lei 4.769, de 9/9/1965, sancionada pelo Pres. Castelo Branco, regulamentou a profissão deles e a tornou privativa dos bacharéis em administração, mesmo admitindo o registro provisórios dos profissionais que demonstrassem experiência mínima de cinco anos (“os provisionados”). Aquela tinha sido uma iniciativa do Sen. Menezes Pimentel, ligado a escolas particulares de Fortaleza-CE. Contava com o apoio interno de forte segmento da burocracia federal, os Técnicos de Administração, do antigo Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP), e com a credibilidade dos professores da Escola Brasileira de Administração Pública (EBAP/FGV), que emitiram pareceres técnicos sobre a florescente “Administração Científica”. Os cursos da nova profissão, menos de 30 à época e já eram 177 em 1973. Hoje beiramos 1.000.000 de estudantes de administração, o maior curso do país. Criou-se uma sólida estrutura autárquica de regulamentação e controle profissional por todo o país, encabeçada pelo Conselho Federal de Administração (não “de Administradores”, Art. 1º, L. 7.321, de 13/6/1985).

Na época da criação, a categoria ocupacional, transformada em profissão, pleiteava o paralelismo com economistas e contadores, argumentava com a importância dos administradores para o desenvolvimento nacional, palavra-chave de então, e indicava funções técnicas específicas capazes de traçar a linha divisória do que seria privativo do administrador. A organização de estruturas hierárquicas e funcionais ainda era à época uma questão técnica, sofisticada em organogramas, funcionogramas e quadros de distribuição do trabalho (QDTs); a padronização de sistemas e racionalização de processos operacionais (o antigo “OS&M”) não era ainda um domínio fácil dos profissionais de informática e analistas de sistema; as atividades quase-técnicas de gestão de pessoal (recrutamento, seleção, avaliação, remuneração, etc.) passaram a ser cada vez mais divididas com os psicólogos, o mesmo acontecendo com os economistas (financistas) e contadores quanto às financeiras e de controle interno de padrões e normas.

Restou a função central e básica do administrador: conceber e gerir estrategicamente as metas e resultados organizacionais, sobretudo pelo exercício da liderança institucional (autoridade e competência no produto ou serviço) e o carisma pessoal. Ora, aí está o “buraco negro” da pretensão de atividade profissional privativa. É óbvio que, em organizações de produto típico, a expansão de empreendedores e gerentes oriundos de outras profissões liberais, e mesmo sem elas, é e será cada vez maior que a de bacharéis em administração. Alguém imagina que todos esses médicos, engenheiros, agricultores, analistas de sistema, etc. tenham que fazer também um curso de graduação de quatro anos em administração? E quanto à inclusão dos empresários no argumento, também não praticam eles o essencial do administrador – que lhe seria próprio?

Por outro lado, pelo que sei de teoria da administração (não de técnicas, truques e modismos para imitar) – e pesquiso especificamente o assunto há dez anos –, o curso não dá, de exclusivo, mais que um “sentido de localização” no campo organizacional e subsídios para reflexão e análise. A formação do indispensável ethos de gestor, só na prática. E a competência de procurar informação adequada e aplicá-la a problemas específicos da gestão pode ser adquirida de muitas formas, especialmente hoje. Onde, então enraizar o caráter privativo da profissão aos portadores de diploma? O Min. Gilmar falou de liberdade de profissões. Pergunta-se: há na atividade do administrador algum bem social maior a preservar (como a vida das pessoas, no caso dos médicos), de modo que se justificaria aí o cerceio à liberdade de trabalho e exercício profissional, um princípio constitucional?

Então vamos ser claros: a questão, no caso, é de reserva (ilusória?) de mercado pela corporação, que soma a si o interesse das escolas de administração por uma clientela acrescida. Os cursos podem ampliar a competência profissional do administrador, não originá-la. Os bons cursos serão certificações de qualidade em um currículo. Nesses termos, que se multipliquem! E que a categoria de administradores e consultores em administração se torne, como em países desenvolvidos, uma livre associação de profissionais com regras internas rígidas que dêem a cada associado um diferencial no mercado de trabalho.

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Pedro Lincoln é professor titular (aposentado) da UFPE

Fonte: http://acertodecontas.blog.br/artigos/a-propsito-dos-jornalistas-os-administradores/

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Balada Sustentável 06/08/2009

Balada sustentável! Você se diverte e ajuda o meio ambiente :D

Balada sustentável! Você se diverte e ajuda o meio ambiente :D

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/infos/super/index.html

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A inovação sustentável 06/08/2009

Um pequeno batalhão de empresários aposta, hoje, em soluções lucrativas de sustentabilidade. Eles já perceberam que a opção “verde” não os obriga a operar no vermelho

Por: Hitendra Patel*

Padrões climáticos alterados, nível do mar em ascensão, temperaturas mais rigorosas… A cada ano, o mundo se depara com novas evidências de que o meio ambiente está mudando. E o fato é que o homem parece ter um papel decisivo nessa mudança. Não por acaso, empresas do mundo todo vêm buscando meios mais eficientes de utilizar recursos naturais – de preferência, com sistemas de produção amparados exclusivamente em insumos renováveis.

É claro que a sustentabilidade plena não será alcançada de um dia para o outro. Antes, será necessário que essas empresas realizem uma série de avanços. A responsabilidade social pode e deve ter um papel central no progresso da economia global. Mas, por si só, ela não será suficiente para consolidar uma nova postura. Daí que o enfrentamento dos desafios da sustentabilidade ambiental deve se dar a partir de inovações financeiramente sustentáveis. Isto é: inovações significativas não só em produtos e em serviços, mas também em processos e modelos de negócios. Hoje, já existe um pequeno batalhão de empresários apostando em soluções lucrativas de sustentabilidade – que podem levar a mais inovações, crescimento e desenvolvimento. Eles já perceberam que a opção “verde” não os obriga, necessariamente, a operar no vermelho.

De acordo com as definições do IXL Center (instituto de pesquisa e fomento à inovação, com sede nos EUA), inovações sustentáveis são aquelas que criam valor agregado sem comprometer o atendimento às necessidades das gerações futuras. A questão é: quais inovações atendem, hoje, a esses requisitos? Em busca de uma resposta, nós conduzimos uma ampla pesquisa com empresas de diferentes partes do mundo. O trabalho revelou que os melhores exemplos de inovações verdadeiramente sustentáveis contemplam três fatores básicos: 1) a ênfase em ganhos maiores e de longo prazo, com “capital paciente” em detrimento da tentação dos lucros de curto prazo; 2) a paixão e a persistência dos fundadores e patrocinadores, tão frequentemente necessárias para a criação de novos mercados e negócios; e 3) o planejamento e a implementação bem-sucedidos de um modelo de negócios lucrativo e inovador. Vejamos os detalhes de cada um deles, abaixo:

Planejamento e “capital paciente”

As inovações sustentáveis são resultado de um planejamento de longo prazo, cujo objetivo é criar valor duradouro. É comum que essas inovações demandem tecnologias ainda inexistentes ou, pelo menos, uma grande mudança de comportamento por parte dos consumidores – ambos inalcançáveis no curto prazo. As inovações sustentáveis tendem a ocorrer em empresas com foco e organização. A Toyota, por exemplo, não se restringe a buscar melhorias marginais para veículos já existentes. A empresa também desenvolveu um motor híbrido, completamente novo, que é duas vezes mais econômico do que os motores convencionais. No mesmo sentido, a ETH no Brasil está expandindo os limites da produção de etanol de cana-de-açúcar para oferecer um substituto viável para o petróleo. No final das contas, é tudo uma questão de escolha. As empresas abrem mão de resultados de curto prazo, mas evitam as armadilhas da falta de sustentabilidade. Mais do que isso: mostram aos investidores que estão dispostas a se perpetuar no tempo.

Patrocinadores apaixonados

Ter patrocinadores persistentes ou “apaixonados” é a segunda característica comum às inovações sustentáveis. Em muitos exemplos, verificamos que os líderes e patrocinadores estavam entusiasmados e pessoalmente motivados a construir e conduzir o negócio – apesar do pessimismo do mercado e das análises financeiras convencionais. Muitas vezes, os projetos visam literalmente a “mudar o mundo para melhor”, como ocorre no planejamento urbano de Curitiba e no programa “LEED to U.S. Green Building Council”, nos Estados Unidos. Mas há, também, projetos em que o objetivo é aproveitar uma oportunidade de negócios – como verificamos no “polímero verde” da Braskem. Em ambos os casos, a paixão e a persistência dos líderes, tais como os governantes locais e executivos, foram essenciais para escancarar as dificuldades de mudar os padrões de consumo, trazer novas tecnologias, criar modelos de negócios e abrir novos mercados. As inovações sustentáveis não podem ficar nas mãos de gerentes. É preciso deixá-las a cargo de verdadeiros líderes – pessoas com a paixão e persistência para superar as muitas barreiras que surgem no caminho.

Modelos de negócios inovadores

O terceiro ponto em comum entre as inovações sustentáveis de sucesso é o projeto e a implementação de um modelo de negócio lucrativo. Fazer algo que o mercado valoriza – e de forma lucrativa – é a origem de um ciclo virtuoso. Oferecer uma proposta de valor claro e convincente para o consumidor é essencial. Mas não é o bastante: também é necessário ter um negócio rentável, com um modelo inovador capaz de conquistar mercado e empreender altas taxas de crescimento.

A A123, por exemplo, está acelerando a comercialização de novas baterias de lítio por meio de uma gama de canais que não competem entre si. A empresa mantém, hoje, parcerias com a BAE (baterias para ônibus), GM (para automóveis), DeWalt (furadeiras) e Duracell (eletrônicos portáteis de uso pessoal). Cada parceria ajuda a A123 a desenvolver uma fatia específica do negócio de baterias. Os líderes em inovação passam bastante tempo pensando na proposta de valor, nas barreiras à competição e no modelo de negócios da empresa. Só então eles definem quais parcerias formar e como distribuir o valor agregado das inovações ao longo da cadeia. O fato é que os modelos de negócios estão se tornando críticos para o sucesso sustentável. E isso vale não só para a a A123, mas para todas as empresas. Um modelo de alienação fiduciária de painéis solares nos Estados Unidos ou de venda de destiladores solares de água na Índia pode dar origem a novos mercados e mudar o mundo para melhor.

Esses três pontos em comum não se limitam ao espaço da sustentabilidade. Frequentemente, eles catalisam qualquer tipo de inovação. Entretanto, examinar como as empresas vêm obtendo sucesso com inovações sustentáveis é fundamental para o aprendizado e para a correta condução das inovações em sintonia com a busca da sustentabilidade.

Nota: Este artigo é o primeiro de uma série adaptada do livro Sustainability Innovations – The New Ways Companies are Making a Difference and Making Money, a ser publicado pelo IXL Center. Escrito por Hitendra Patel em coautoria com Ronald S. Jonash e Tyler McNallya, o livro apresentará mais de 50 dos melhores produtos, serviços e iniciativas que aliam a necessidade de agregar valor a clientes, empresas e investidores com a necessidade de preservar o meio ambiente. O próximo artigo enfatizará o segundo grupo de ideias reveladas pela pesquisa – os tipos de melhorias ambientais que estão conquistando o mercado. Para mais informações, entre em contato através do e-mail hitendra.patel@ixl-center.com.

*Hitendera Patel é diretor do Center for Innovation, Excellence and Leadership, em Cambridge (EUA), e autor do livro 101 Innovation Breakthroughs

Fonte: http://www.amanha.com.br/NoticiaDetalhe.aspx?NoticiaID=66ceca52-bdf1-4095-9454-5b043325e9c8

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3ª Edição do Global Forum América Latina será realizado em novembro na cidade de Curitiba/PR. 06/08/2009

Global Forum América Latina em Curitiba/PR

Global Forum América Latina em Curitiba/PR

Sob o tema “Educação para Sustentabilidade”, nos dias 4, 5 e 6 de novembro de 2009, será realizado em Curitiba/PR, a terceira edição do Global Forum América Latina: evento que tem como objetivo reunir um amplo público para debater sobre a importância da educação como resposta às demandas socioambientais. Em 2008, o evento reuniu mais de 1300 participantes, teve a submissão de 118 trabalhos acadêmicos e relatos de empresas envolvendo a Sustentabilidade.

O Global Forum foi criado em 2000, por um movimento espontâneo da sociedade na busca por ações inovadoras para uma sociedade sustentável, tendo como modelo o Global Compact realizado pela ONU. Organizado pela Fundação Getúlio Vargas e pela Universidade da Indústria, as inscrições para o evento estão abertas e até o dia 19 de agosto custa R$ 280,00 para estudantes e R$ 550,00 para empresários e executivos.

Mais informações no site do Global Forum América Latina http://www.congresso.globalforum.com.br .

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iMaster InterCon discute novos caminhos da Era Digital 04/08/2009

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O iMaster InterCon foi criado em 2003 com objetivo de discutir sobre a web, reunindo os maiores profissionais da área.

Em 2009, o evento será realizado no dia 07 de novembro na cidade de São Paulo e tem como foco a “Experimentação” para projetos e tecnologias futuras. Em 2007, o Twitter foi apresentado no InterCon (o evento é considerado pai do Twitter no Brasil), reforçando o pioneirismo do evento.

Gil Giardelli, curador e palestrante do iMaster InterCon 2009

Gil Giardelli, curador e palestrante do iMaster InterCon 2009

O iMasters InterCon 2009 receberá aproximadamente 60 palestrantes, nacionais e internacionais, nas 6 áreas de conteúdo do evento (Criação interativa, Desenvolvimento & Tecnologia, Empreendedorismo Digital, ERA Digital, Mídia Digital & Negócios, Mobilidade).

Dentre os palestrantes do Intercon está o Gil Giardelli, CEO da Permission Inteligência Digital, VP da Adrenax e professor do CIC/ESPM (Centro de Inovação e Criatividade).

Mais informações sobre o iMasters InterCon 2009 no site do evento http://www.intercon2009.com/.

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